O Ministério Público do Rio Grande do Sul (MPRS) reduziu em 67,18 toneladas as emissões de gases de efeito estufa entre junho de 2025 e agosto de 2026 com a ampliação do uso de etanol nos veículos flex da instituição.

De acordo com os dados divulgados pelo órgão, a iniciativa representou uma redução de 25,3% nas emissões em comparação com um cenário em que toda a frota utilizasse exclusivamente gasolina.

A medida foi adotada como parte das ações de sustentabilidade institucional e de enfrentamento às mudanças climáticas. A iniciativa contou com o apoio do Gabinete de Mudanças Climáticas do MPRS (GabClima) e foi conduzida, no âmbito da Subprocuradoria-Geral de Justiça para Assuntos Administrativos, pela Direção-Geral, com execução da Unidade de Transportes.

Quase metade da frota flex utiliza etanol

A estratégia consiste na substituição do combustível de origem fóssil pelo etanol no abastecimento de parte da frota, sem comprometer a disponibilidade operacional dos veículos.

Atualmente, 47 dos 103 veículos flex identificados no MPRS são abastecidos com etanol. O número corresponde a aproximadamente 45,6% da frota flex da instituição.

Nos primeiros 12 meses de implementação da medida, foram evitadas 54,83 toneladas de CO₂ equivalente. Entre janeiro e agosto de 2026, a redução chegou a 33,38 toneladas, de acordo com os dados consolidados pelo Ministério Público.

No período analisado, as emissões estimadas foram de 198,29 toneladas de CO₂ equivalente. Em um cenário hipotético de utilização exclusiva de gasolina, o volume chegaria a 265,47 toneladas. A diferença entre os dois cenários corresponde às 67,18 toneladas de CO₂ equivalente que deixaram de ser emitidas.

Fonte: (Nova Cana)

As notícias de outros veículos de comunicação postados aqui, não refletem necessariamente o posicionamento do Sindisul.